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Eu tinha quase 40, mas pegava os novinhos


Não sei o que acontece, ou eu pareço novinha no escuro ou coincidiu de eu cruzar caminho com uns novinhos que curtem mulher não tão novinha.


A primeira vez - minha separação ainda era recente - aconteceu em 2019, quando fui para Ribeirão Preto a trabalho. Sábado durante o dia fiz o evento, que acabou no comecinho da noite. Chuveirada no hotel e em seguida eu e mais 3 amigos (uma mulher e dois homens, que são também meus colegas de trabalho) fomos para um shopping jantar e depois para um bar, que tinha música ao vivo.


Curtimos o bar, bebemos um pouco, vimos o show da banda de rock. E de repente eu vejo um garoto lindo, cara bem de novinho, 20 e pouquíssimos anos. E ele me viu também. E a gente ficou se “vendo” por um tempinho até eu ir ao banheiro e passar por ele. Confesso que hoje já não me lembro quem puxou papo com quem primeiro – coisa que nem importa, porque ambos sabíamos que a vontade era recíproca – mas logo a gente já estava se beijando loucamente. Que beijo delícia!

Uma outra vez foi em São Paulo mesmo, fui na Sutton, uma balada de eletrônico que eu queria conhecer. Cheguei sozinha, mas ia encontrar um casal de amigos lá. Uma hora, na pista, entre os flashes de luz, eu vi um garoto super gracinha. E a dança da troca de olhares começou. Eu esqueço muitas coisas (minha memória é péssima e funciona bem só no curto prazo), mas a troca de olhares fica gravada na minha mente. Assim como a sensação de estar sendo desejada, que, para mim, é uma das melhores coisas na vida. Ele se aproximou, trocamos algumas palavras e ficamos nos pegando na pista. Ele com, de novo, 20 e poucos anos, mas uma pegada das boas. Eu dançando esfregando o máximo que podia do meu corpo no dele. E ele passando a mão por toda e qualquer curva do meu corpo que ele conseguia. Depois fomos para a área do lounge, sentamos num sofá e continuamos a pegação lá, mesmo o ambiente sendo bem mais claro. Que vontade que eu estava de dar para ele! Se não fosse crime, eu acho que teria transado com ele lá mesmo, na frente de todo mundo. Então você já pode imaginar o nível da pegação nesse sofá... Minha vontade era de montar nele, roçar minha boceta no pau duro dele, mesmo de roupa, mas também me segurei, porque, se não, acho que seríamos expulsos e eu não quero pagar esse mico nesta vida não.

E o pior era que eu não podia sair de lá e ir trepar com ele em outro lugar, porque já era muito tarde e no outro dia – ou melhor, em algumas horas – eu precisava dirigir para ir com umas amigas até Holambra ver a feira das flores. Sim, o rolê com as amigas é mais importante do que uma trepada com um desconhecido. Então me despedi do garoto para poder dormir algumas horas, morrendo por dentro por não poder transar com ele, porém feliz pela noite de balada e amassos.

Já com o de Ribeirão Preto rolou final feliz! No meio da beijação pesada, ele me disse que estava com um amigo no bar e que tinha que ir embora com o amigo, mas queria muito me ver nua. E eu também sentia, naquela noite, que tinha a responsabilidade de ir embora com meus amigos. Então combinei com o garoto dele ir ao meu hotel mais tarde. Assim a gente não deixaria nossos amigos na mão, mas também não deixaria de encerrar nosso “assunto” apropriadamente. Ele foi comer um Burger King com o amigo e ficava me mandando mensagem “você não vai dormir não, né?”. Mas eu estava super acesa! Queria devorar aquele corpo, não via a hora dele aparecer. Demorou uma meia hora até ele chegar. Esperei no lobby quando ele estava perto do hotel e levei ele direto pro meu quarto, já super animada.

E o garoto não decepcionou! Juventude tem um pique, né? Eu também vejo muita vantagem na maturidade, mas a energia inesgotável da juventude não tem comparação. Já era 3 da madrugada, mas ele me virou de tudo quanto é jeito, demos várias em seguida, eu só me entreguei e deixei ele fazer o que quisesse comigo. E gozei, e gozei... Ele sabia bem o que estava fazendo. O que me impressionou, especialmente pensando na idade que ele tinha.

Inclusive foi dele que recebi meu primeiro beijo grego. A-DO-REI! Aquela língua lambendo meu cu já me acende só de pensar.

Foi, sem dúvida, uma noite emocionante.

E o bônus foi que ele foi embora de boa quando acabamos, nem precisei expulsar.

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