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QUERIA FAZER UMA SURPRESA, ACABEI SENDO SURPREENDIDA

Quando um presente de Natal me proporcionou um dos melhores happy hours com meu PA

Chame de superstição, de sincronicidade, de destino, do que quer que seja... o nome que for, coincidências me fascinam! E a mais recente (e mais gostosa) foi com meu PA.


Início de dezembro, ele já tinha me dado presente de Natal e eu não tinha comprado nada para ele. Pensei que eu não ia me obrigar a dar alguma coisa em troca só pela pressão de ter recebido primeiro. E fiquei tranquila com isso na minha mente. Depois a sensação mudou e não era mais um dever, e sim uma vontade de demonstrar que ele era especial para mim e que eu também pensei nele nessa época festiva. Daí lembrei de um stories do Instagram de uma amiga, com uma caixa de bombom personalizada, com fotos nos bombons! Seria um presente simples, mas único, feito especialmente para ele. Achei que ia ser sucesso. Peguei o contato do fornecedor com minha amiga e eu até já sabia que fotos colocar, mas bem esses bombons contêm glúten e meu PA não pode comer glúten. Não dava para colocar as fotos em outros tipos de bombons, os que o fornecedor produzia sem glúten. Ou seja, minha ideia foi por água abaixo.


Na correria de final de ano, sem outra ideia criativa, acabei indo comprar uma coisa mais comercial mesmo: chocolate na Dengo (que eu acho uma delícia, diga-se de passagem). Achei que, além de não ter conseguido comprar a tempo de entregar em mãos (eu achava que a gente não se veria mais em dezembro), fazer uma surpresa daria um toque especial no presente que não era lá aquelas coisas. Então comprei um cartão de Natal, escrevi uma mensagem bonitinha, agradecendo por tudo que vivemos juntos, desejando boas festas e que em 2020 eu ainda pudesse fazer parte da vida dele.


Presente pronto, fui de carro até o hotel deixar o pacote na recepção (ele não mora em SP, então fica em hotel quando está na cidade). Rapidinho, porque eu tinha uma confraternização do trabalho em seguida. Eu até já estava um pouquinho atrasada para o evento (ainda mais que era eu que estava organizando, então eu deveria ser a primeira a chegar...), mas estava tudo bem.


Na recepção confirmaram o número do quarto dele e me informaram que já subiriam o pacote para o quarto. Contente de ter cumprido minha missão, volto para o carro, que estava parado na entrada do hotel. Entrei, fechei a porta, comecei a me ajeitar para sair, alguém bate no vidro! Era ele! Sem brincadeira, era ele!


Eu tomei um susto e comecei a rir. De nervoso por ter estragado a surpresa e de surpresa por não acreditar que ele tinha me visto. Não era possível a gente se encontrar ali, naquele momento! Ele estava voltando do trabalho e chegou na entrada do hotel EXATAMENTE quando eu estava indo para o meu carro. Um minuto de diferença e ele não teria me visto. Acho que se eu tivesse a intenção de encontrá-lo naquela mesma hora teria sido praticamente impossível de fazer acontecer. Eu não sabia se ele estava fora do hotel ou não, a que horas ele voltaria, eu não sabia nada!


Ele me perguntou o que eu estava fazendo lá, e eu, meio sem graça e sem conseguir parar de rir, disse que queria fazer uma surpresa, mas, como ele já tinha me visto, confessei que tinha deixado um presentinho para ele. Ele me convidou: “vamos tomar um drink”. Eu, que não digo não para boas oportunidades, assim como não consigo resistir a qualquer sugestão partindo dele, aceitei. Avisei minha amiga do trabalho que eu chegaria mais tarde na confraternização, deixei o carro com o valet do hotel e fui para o bar do lobby.


Eu tinha inicialmente pensado em ficar meia hora, quarenta minutos no máximo. Seria o tempo para tomar o drink, aproveitar um pouco essa coincidência do Universo, mas também não chegar tão atrasada no outro evento. Obviamente não fiquei só isso. Passei mais ou menos 1 hora e meia lá, conversando, beijando e bebendo uma taça de vinho. Para mim, foi uma das melhores horas com ele. O fato de termos nos encontrado sem querer deve ter feito eu sentir que "era pra gente ficar junto". Eu fiquei morrendo de tesão e, se a gente tivesse subido para o quarto dele, acho que eu teria tido orgasmos incríveis... mas eu tinha que ir (e queria ir também) para o evento do trabalho. Não sei se foi porque justamente eu não podia ficar e transar naquela hora, se foi o papo, se foi eu ter sido pega no flagra, se foi a coisa da coincidência (ou sincronicidade), ou tudo junto, só sei que eu saí de lá louca de vontade de trepar com ele. E pensando em como o Universo conspira a meu favor muitas vezes... (#obrigada)


Fui para o evento, retomando a serenidade durante o caminho, confraternizei com o pessoal e estava de volta em casa umas 23h30. Quando era quase meia noite, recebo mensagem dele perguntando se eu já estava livre e que ele queria ir para a minha casa. Claro que eu disse sim de novo!


E o final da história nem preciso contar... só vou dizer que aqueles orgasmos que teriam acontecido depois do bar tardaram, mas não falharam!

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