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DE MASSAGEM A ORAL NA BALADA EM 8 HORAS

Atualizado: 12 de ago. de 2021


Umas das minhas últimas noites com meu PA antes da pandemia e uma raríssima sexta-feira em que ele estava na cidade, a noite de Valentine´s Day (2020) teve tantas paradas, que vou resumir rapidamente o desenrolar dos acontecimentos e focar só nas partes mais interessantes.

Começando umas 18h:

.Minha casa - fiz uma massagem tântrica (ou o que sei disso) nele

.Quarto do hotel dele - parada para ele trocar de roupa para irmos num bloquinho pré-carnaval

.Restaurante árabe - eu estava fraca de fome

.Quarto do hotel dele - outra troca de roupa, porque ficou tarde para ir no bloquinho

.Bar Lar Mar - bem vazio, mas a gente se divertiu

.Minha casa - trepada e minha vez de trocar de roupa, para ir pra balada

.The History

.Quarto do hotel dele - trepada de novo


Agora vamos aos detalhes do que interessa!

Como início do nosso date, pela primeira - e única até agora - vez, fiz uma massagem tântrica nele. Nós não transamos, só ele gozou (com a massagem), mas foi incrível para mim! Diferente do sexo normal, eu pude tocar com calma cada pedacinho dele. Antes do contato com o pênis, a proposta da massagem é ativar a bioeletricidade do corpo, então eu percorro a pele usando só a ponta dos dedos (das duas mãos), beeem devagar. No corpo todo - ele deitado de bruços, de lado e de costas. Eu adoro o corpo dele, os músculos, a pele, então foi maravilhoso ter esse tempo para me conectar de uma forma diferente com esse corpo que costuma me dar tanto prazer. Só depois vem as manobras no pênis, que levam ao orgasmo. Não posso garantir que tenha sido ótimo para ele, até porque eu não tenho experiência com a massagem. A única outra vez que eu pratiquei essa massagem foi na aula, no marido da professora - um cara que eu nem conhecia e não era nada atraente. Mas com certeza posso dizer que fazer essa massagem no meu PA foi uma experiência completamente diferente da aula e infinitamente mais prazerosa - e excitante - para mim.


Depois das várias paradas que eu citei acima, fomos à The History. Quando ainda estávamos na minha casa, eu escolhendo minha roupa para ir para lá, coloquei um vestido justo, estava colocando um sutiã tomara-que-caia e meu PA me disse “eu gosto desse seu sutiã, mas vai sem” e em seguida sugeriu que eu fosse sem calcinha também. Gostei da ideia e fui só de vestido. Como eu fui casada a vida inteira, eu nunca tinha feito isso. E, confesso, na minha cabeça isso era coisa de “vadia”. Agora, ADORO ser “vadia”! Fora que eu sempre fui escrava de sutiã. Eu tenho prótese nos seios, mas, ainda assim, não saía de casa sem sutiã. Porque nunca gostei dos meus mamilos aparecendo (se eu não usar bojo, dá para perceber o volume dos meus mamilos) e porque, mesmo com as próteses, meus mamilos não são perfeitamente alinhados e apontando para cima. Estou aprendendo a ignorar essa bobagem (tenho usado várias roupas sem sutiã!) e meu PA, sem querer, tem me ajudado nisso. E esse momento foi uma demonstração de que ele se sente atraído pelo meu corpo do jeito que ele é. Foi um gesto tão pequeno, mas significou bastante para mim. Nossa relação é cheia dessas pequenas coisas que me mostram o quanto ele me valoriza pelo que eu sou.


Na balada, com a intenção de seduzir alguma mulher e tentar levá-la para o hotel dele no final da noite, ficamos na pista, bebendo, dançando e olhando as pessoas, procurando prováveis “candidatas”. Lá pelas tantas, eu estava de olho numa mulher que não era super gata, mas parecia ter personalidade (que é o que me atrai nas mulheres, só aparência não é o suficiente para mim com mulheres).


Consegui me aproximar dela no bar, quando ela estava com os amigos - uma mulher e dois homens - pegando tequila. PA tinha ido ao banheiro e na volta me achou lá no bar com eles. Eu e ele dividimos uma tequila, e ficamos interagindo com o pessoal. Na verdade, eu estava interagindo com ela, pegando na cintura, tocando nas costas e ela estava gostando. Até que uma hora eu perguntei se ela fica com mulher e ela deu a entender que sim. De volta na pista, a gente ficou xavecando ela, mas um dos caras do grupo estava ficando com ela. E ela não ia deixar o cara pra ficar com a gente.


Dei um beijo na boca dela, ela também beijou meu PA, enquanto o cara não estava por perto, mas tudo indicava que não ia rolar. Ela até parecia estar a fim, mas não ia dar certo. Ela disse que o cara toparia irmos os 4 juntos, mas, do nosso lado, não estávamos preparados para isso.


De repente, meu PA sugere: “vá ao banheiro com ela”. Eu a chamei e a resposta foi “se eu for, eu vou te pegar”. Emendei “melhor ainda, bora!”. Fomos.

O que eu estava imaginando? Que a gente se beijaria no banheiro e que, TALVEZ, ela se convencesse a ir transar comigo e com meu PA.

O que de fato aconteceu? A gente entrou no banheiro, ela já me puxou para uma cabininha e me sentou para me chupar! Como eu estava sem lingerie nenhuma, foi bem fácil a manobra para ela. Ela também me fodia com os dedos. O melhor era a cara de mandona dela, dizendo “segura a porta”, e eu me esforçava para empurrar a porta com o pé, enquanto eu gemia. Ela também mandava uns “shhhh, quietinha”, o que, bem diferente do cara mais velho (experiência que eu conto AQUI), era apropriado e sexy. Depois de um tempinho ela começou a falar, com o mesmo olhar de tirana: “vai, goza, vai”. Falava e me chupava. Problema é que ela também me mordia! Não sei se era sem querer, se ela não percebia que estava usando os dentes, eu só pensava que enquanto ela mordesse meu clitóris eu não ia gozar! Mas, também não sei porquê, eu não consegui falar pra ela não me morder! Talvez fosse muita informação para minha cabeça... Até que uma hora eu gozei, enfim. Aí trocamos de posição. E foi muito rápido, nem percebi reação corporal dela (sou novata nisso...), mas ela disse para eu parar que ela já tinha gozado. Achei estranho, mas não questionei e também achei bom, porque eu já estava preocupada com o PA lá fora. Já tínhamos ficado muito tempo no banheiro. Nem sei quanto tempo exatamente, mas já tinha sido beeem mais tempo do que levaria um amasso básico.


Saímos do banheiro, meu PA estava me esperando bem em frente, sozinho. Fui até ele e nem falei mais com a minha nova “amiga”. Decidimos ir embora, já era tarde e a balada estava bem vazia. Nem me despedi da moça. No Uber, a conversa foi só sobre os dentes dela.


Chegando no hotel, depois de uma higiene completa, transamos. E logo em seguida eu capotei, porque eu estava bêbada e tinha vivido meu primeiro sexo só com uma mulher de uma forma completamente inesperada. Foram só umas duas horas de sono, porque ele tinha um avião para pegar de manhã. Acho que acordei com o despertador dele, vi que ele já estava vestido, terminando de arrumar as malas no escuro. Ele não quis acender as luzes para não me incomodar.


Depois de confiar em mim e se deixar disponível e vulnerável para uma massagem diferente, que ele não conhecia, de me incentivar a mostrar meu corpo como ele é, a me sentir livre (por sair vestindo nada além de um vestido justo e sapatos de salto alto) e de me incentivar a ficar com uma doida no banheiro da balada tudo na mesma noite, acho que não havia uma forma mais fofa de ele acabar esse encontro!


Disse que eu era linda dormindo, para eu dormir mais um pouco e continuou na penumbra. Eu é que tive que acender as luzes, enquanto ele protestava, sussurrando “não, não precisa”.

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